quarta-feira, 20 de março de 2013

PROJETO PEDAGÓGICO:





UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE
CENTRO DE EDUCAÇÃO E CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE HISTÓRIA LICENCIATURA

VIAGEM DE ESTUDO VISITA A SÃO CRISTÓVÃO-SE




Projeto Pedagógico apresentado ao Dr. Antônio Lindvaldo Sousa, professor da disciplina Temas de História de Sergipe I, tendo como meta realizar atividades pratica referente a II unidade da disciplina, proposta no planejamento acadêmico do período 2012.2. O Prof. Dr. Antônio Lindvaldo Sousa passou a tarefa de elaborar uma aula prática para alunos do Ensino Médio.


I – APRESENTAÇÃO
O projeto constitui-se em uma forma das pessoas que participarão sejam levadas a entender como surgiu a cidade de São Cristóvão.
Para melhor entendimento do que será abordado na visita, serão realizadas leituras e explanações sobre o local que será visitado, além da junção com assuntos de outra disciplina (Sociologia).
II-JUSTIFICATIVA
O presente projeto intitulado “Viagem de estudos a São Cristóvão” pertencente as disciplinas de História e Sociologia. Esse projeto surgiu da necessidade de tentar compreender qual era a visão cultural da época de povoação do Brasil, em especial da colonização de Sergipe.
Na visita supervisionada, serão visitados locais históricos onde, com base nas explicações dos professores de História e Sociologia e nos textos, serão aumentados os conhecimentos de modo a desenvolver posicionamento critico.
  III-OBJETIVOS
3.1- Objetivos Gerais
* Procurar entender como e qual era a finalidade da criação de São Cristóvão no final do século XVI e qual eram a mentalidade da época.
3.2- Objetivos Específicos
* Abordar como foi a povoação de Sergipe após a Guerra Justa (1590);
* Mostrar qual foi a finalidades da criação de São Cristóvão;
* Ter um contato com a mentalidade da época;
IV- PÚBLICO ALVO
Alunos do Primeiro Ano do Ensino Médio do Colégio Estadual José Joaquim Cardoso no município de Malhador.
V- METODOLOGIA
Para atingirem-se os objetivos desse projeto, serão utilizados os seguintes métodos:
1-      Na primeira fase haverá aulas de História mostrando como ocorreu a colonização no território sergipano, procurando mostrar quais eram as pessoas que viveram antes da Guerra Justa (Índios) e após a Guerra (Europeus- Portugueses). A professora de Sociologia ministrará aulas falando um pouco do mundo de pertencimento dos primeiros habitantes do território e dos colonizadores.
2-      Na segunda fase, ocorrerá uma viagem monitorada e uma aula publica das Professoras Maria de Fátima Souza Silva, professora de História e Kaliny da Costa, professora de Sociologia; será a oportunidade de trabalhar todo o conteúdo abordado em sala, fazendo uma ponte entre prática e teoria através de debates, troca de informações entre professoras e alunos e observação participativa.
3-        Na terceira fase, os alunos com suas câmeras fotográficas e celulares com câmeras, terão que tirar fotos segundo o conteúdo abordado em sala, leitura sobre o assunto e a aula publica das professoras.
4-       Os alunos devem fazer um mapa sobre o trajeto feito; a turma será dividida em 6 grupos, cada um ficará encarregado de pesquisar na internet e se preciso no local e em um prazo determinado, esses grupos deverão apresentar um seminário para uma outra turma falando sobre o tema pelo qual foi dado.
VI- CRONOGRAMA
Atividades
Período
Aulas expositivas e reflexivas
De 9 de Abril a 25 de Abril
Visita monitorada a São Cristóvão
27 de Abril
Entrega do mapa e apresentação de seminário
De 30 de Abril a 3 de maio



VII- ROTEIRO DE VISITA MONITORADA (SÃO CRISTOVÃO)   
1-      07 h- Encontro dos alunos, professores e inspetores em frente ao Colégio Estadual José Joaquim Cardoso e saída para São Cristóvão.
2-      09 h- Chegada ao local e inicio da aula publica com a Prof.ª Maria de Fátima Souza Silva (professora de História). A partir desse horário ocorrerá uma visita a Praça São Francisco.
3-      10 h e 30 min.- Visita a Igreja Matriz Nossa Senhora Da Vitória e aula da Prof.ª Kaliny da Costa ( professora de Sociologia).
4-      12h e 30 min.- Almoço
5-      14 h- Encerramento das atividades.

VIII- Referência Bibliográfica
SOUSA, Antônio Lindvaldo. Temas de História de Sergipe I. São Cristóvão: Universidade Federal de Sergipe/ CESAD, 2007.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Relatório- viagem de estudos Roteiro dos Jesuítas

No dia 16 de fevereiro do corrente ano, o professor Antônio Lindvaldo, realizou a viagem de estudos que teve como roteiro o caminho dos jesuítas. Foram visitadas as Igrejas de Nossa Senhora da Conceição de Comadaroba (Laranjeiras), Nossa Senhora de Lourdes (Itaporanga d’Ajuda), Nossa Senhora do Socorro (Tomar do Gerú) e o Colégio dos Jesuítas (Itaporanga d’Ajuda).
Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Comandaroba

Os alunos da disciplina Temas de História de Sergipe I (THSE1) saíram do campus da Universidade Federal de Sergipe que fica em São Cristóvão para a primeira localidade por volta das 7:30 da manhã. Ao chegar à Igreja Nossa Senhora da Conceição de Comadaroba, Antônio Lindvaldo, o professor responsável pela viagem dividiu a turma em sete grupos e pediu para eles olharem, anotar e fotografar aspectos da igreja como a arquitetura, as pessoas que foram donas daquela igreja depois da expulsão dos jesuítas de estado e que se enterraram dentro da igreja, os santos que representam os diversos tipos de religiosidade da época, entre outros aspectos. Após isso, o professor pediu para cada grupo expor o tema que foi dado.
A igreja foi feita com mão-de-obra indígena, com a ajuda dos jesuítas; ela mistura aspectos do Barroco, Maneirismo e Renascentismo. Possui escadas de pedra no altar, três tribunas colaterais e retangulares com treliça, como toda igreja da época, ela possui púlpito, onde os padres e religiosos pregavam; em um arco acima do altar existe a inscrição “Tota Pulcra ES Maria” que é o símbolo da devoção da devoção a Maria. Na fachada principal existem janelas e arcadas postas simetricamente, frontão com volúpias e encilhada de cruz, coro com três janelas retangulares separada do frontão por cornijas ( fachas que existe abaixo das janelas para separar), duas torres sineiras. A igreja possui santos que representam diversos tipos de devoção do Catolicismo, segue abaixo a ordem de posição no altar principal do santo e o tipo do Catolicismo:

Sagrado Coração de Jesus-Direita, com a entrada das famílias proprietárias, houve a incorporação Dele na Imaginária da igreja (nas imagens de santos da igreja).
São José- Esquerda, é um santo que foi colocado mais recentemente ( Era Vargas) e mostra o lado trabalhador.
São Benedito- Esquerdo acima, Catolicismo festivo/ popular.
Nossa Senhora da Conceição- Centro, padroeira de Portugal e representa o Catolicismo português.
São Gonçalo- Direita acima, representa o Catolicismo festivo, ou seja, popular.
Fachada da Igreja ( arquivo pessoal)
Por ser período de quaresma, os santos estavam cobertos. Além desses santos temos a presença de Santa Efigênia e Nossa Senhora do Rosário.
Oratório da igreja Nossa senhora de Comandaroba (arquivo pessoal)
Após o termino da Atividade, os alunos junto com o professor, a monitora ( Josefa Eliene) e uma aluna convidada que está fazendo sua monografia sobre a Fazenda Tejupeba ( Josineide), entraram no ônibus e se dirigiram para o próximo destino: a Fazenda Tejupeba. O ônibus chegou por volta das 11h30min no seu destino; chegando à Fazenda, o professor separou a turma em dois grupos, um de 20 e outro de 19 pessoas e cada um ficou responsável de procurar barras de cereais que foram escondidas uma no colégio dos Jesuítas e outra na igreja.
Santos cobertos por causa da Quaresma (arquivo pessoal)
O território onde se encontram o colégio e a igreja era uma aldeia indígena e possuía uma floresta imensa que foi pedida ao Capitão Manoel pelos jesuítas de Salvador; as terras foram cedidas e os jesuítas ficaram conhecidos por fabricarem embarcações até o ano de 1704 quando morre o principal fabricante, José Torres de Milão, e os jesuítas param de fazer os barcos; além da fabricação de barcos, eles criavam gado e usava mão-de-obra indígena para a fabricação da igreja e para cuidar do gado. O colégio serviu de morada para os jesuítas e não foi uma escola para a formação de jesuítas, como o Colégio de Salvador; o colégio sergipano só oferecia ensino primário para os filhos das pessoas que habitavam no território. Após a expulsão dos jesuítas em 1759, a fazenda passou para outros donos, entre eles o Barão e Baronesa de Estancia e a família Mandarino (que são os atuais donos).
Púlpito da igreja de Comandaroba ( arquivo pessoal)
Chegada a igreja (arquivo pessoal)
Após a visita a Tejupeba, a turma foi almoçar em um restaurante em Estancia e após o almoço a viagem seguiu a seu ultimo destino: Tomar do Gerú. Durante o percurso, o ônibus quebrou, atrasando assim a chegada ao destino por aproximadamente 2 horas; após esse percalço, conseguimos chegar a ultima igreja a ser visitada, que é mostra do que deu certo.  A igreja de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro tem o altar banhado de ouro, símbolo dos jesuítas no teto e a imagem do fundador dos jesuítas, São Inácio de Loyola; o terreno onde se localiza a igreja era a tribo dos Kiriri que eram chamados pelos Tupinambás de Tapuias. Com a conquista de Sergipe, as terras passaram as ser dos Carmelitas; os jesuítas compraram as terras, fizeram aldeamentos e depois surgiram as fazendas; ao contrário da Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Comadaroba e Nossa Senhora de Lourdes, a Igreja de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro pertence à Diocese De Estancia. Por termos chegado atrasados, chegamos à igreja por volta das 18 h e não demorou tanto comparado aos outros lugares que visitamos.   
Professor distribuindo as tarefas (arquivo pessoal)
 Espero que gostem das fotos e até a próxima.
Beijos: Fátima Souza

Foto com a turma ( fonte: Prof. Antonio Lindvaldo)
Colégio dos jesuítas.

Segundo andar do colégio dos jesuítas

Igreja de Tejupeba

Parte interna da igreja

Parte interna da igreja

Altar da igreja de Tejupeba

Igreja de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro Tomar do Gerú

Simbolo dos jesuítas

Altar da igreja de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro

Púlpito da igreja de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro

Vista da janela da Igreja de Nossa Senhora de Comandaroba

Cruzeiro a frente da igreja de Tomar do Geru


São José e Santo Antonio

Turna após a chegada a Itaporanga d'Ajuda ( fonte: Prof. Antonio Lindvaldo)

São Inácio de Loyola- fundador dos jesuítas

Oratório da Igreja de Nossa Senhora do Perpetuo Socorro



segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Como viviam os índios no território sergipano antes da colonização?


Não temos muita informação sobre nossos primeiros habitantes, pois eles não tinham a cultura da escrita; eles transmitiam seus ensinamentos e costumes de forma oral. Os documentos escritos que temos sobre os índios no Brasil e em Sergipe foram escritos pelos europeus, com a visão cultura deles; mesmo assim com esses documentos, descobrimos um pouco d como os índios viviam no Brasil e em Sergipe antes dos europeus aparecerem.
Existiam muitas tribos espalhadas no território que hoje é Sergipe, veja alguns nomes de tribos e onde ficavam:
Litoral: Tupinambá
Sul: Kiriri
Norte: Boimé, Kaxagó, Katu, Xocó e Romari.
A tribo que mais se sabe informações sobre ela, quais eram seus costumes, símbolos, regras sociais, divisão social de trabalho, organização politica, entre outras noticias são os Tupinambá. Eles eram um povo guerreiro, A guerra era uma oportunidade de vingar seus parentes mortos, de obter prestígio, de reafirmar seu território, de ser o rito de passagem para os Tupinambás mais jovens e de obter prisioneiros de guerra para serem sacrificados em rituais que fortaleciam as alianças com as tribos amigas.
Por serem um povo guerreiro, os tupinambá tinham o costume de escurecer a pele com Jenipapo para se esconder dos espíritos maus ou para irem para à guerra e fazer um ritual chamado Couvade que consiste em quando a criança do sexo masculino nascia o pai ficava 40 dias deitado debaixo da rede guardando o filho dos espíritos ruins e das doenças que poderiam pegar a criança; passado esse tempo, o menino era banhado, pintado e fazia-se uma oferta cerimonial de unhas de onça e garras de pássaros e colocava-se um pequeno arco e flecha com um molho de ervas que significava os inimigos a serem comidos em rituais no futuro.
Tudo isso parece absurdo para a nossa cultura, mas não podemos esquecer que era a cultura deles e que devemos respeitar.
Beijos e até a próxima: Fátima Souza
Fontes:http://historiaemdocumentos.blogspot.com.br/2011/08/os-indios-de-sergipe_22.html
http://www.trabalhosfeitos.com/ensaios/Os-Indios-Em-Sergipe/164004.html
Apostilha THSEI.


Fonte:Google.




sábado, 29 de dezembro de 2012

Oii Genteeee!

Como foi o Natal de vocês ? Espero que tenha sido ótimo. O meu teve surpresas legais... Foi tipo Montanha Russa.
Hoje eu resolvi escrever sobre uma pessoa que está na minha nada louca vida há 7 anos... E o escolhido de hoje é... Meu coelho DUDU! Tudo começou em um dia de domingo ( Dia dos pais), eu estava estudando  Matemática com o meu irmão e uma menina que morava perto da minha casa chegou me chamando para mostrar os filhotes de coelho que ela tinha acabado de comprar e perguntar se eu não queria um também, como eu estava ocupada, falei que depois eu iria na casa dela ver os coelhos e ir na casa da mulher comprar um para mim... ou melhor o único que havia sobrado... Quando cheguei na casa da mulher que estava vendendo os filhotes vi um pequeno coelho pretinho... então peguei o coelho e acertei de pagar no outro dia. Na segunda de manhã a filha da mulher já tava na minha casa cobrando o  dinheiro do coelho (2 reais); logo quando eu comprei, Dudu ficou junto com seus irmãozinhos na casa da Ana Paula (a menina que morava perto da minha casa) e todos dia eu ia lá vê-lo e levar comida para ele até que um dia o pai dela falou para eu levar ele para a minha casa para que se acostumasse. Desse dia em diante ele se tornou o pequeno chefe da casa, quando menor ele já protagonizou algumas fugas, roeu vários chinelos, carregador de celular, fez xixi algumas vezes na cama do meu irmão... mas isso só era um ato de rebeldia, pois ele foi ensinado a fazer suas necessidades em um ralo no quintal da minha casa.
Na época que ele entrou na minha vida, eu estava passando por um momento de mudanças... mudança de casa, escola (a cobrança de ser uma boa aluna); meu psicológico não estava dos melhores possíveis e Dudu, como diz a musica do "Legião Urbana" "O Teatro dos Vampiros", me veio com um sonho bom e apesar disso tudo eu homem feito tive medo e não consegui dormir... Todos dizem que eu e ele temos coisas parecidas... que o animal puxa o dono, então ele come de tudo ( quando digo tudo é tudo, inclusive papel), é um ser muito engraçado, as vezes vem no meu quarto me acordar e como a minha mãe fala "é o coelho mais velho do Brasil" será?? Sinceramente não sei... só sei que ele é o mais fofo, o mais meigo, o mais mais.
Então vou ficando por aqui, espero que tenham gostado e até a próxima postagem.      

                                                                    Beijos da Fátima Souza



                                                                      .

sábado, 15 de dezembro de 2012

Como chegar ao Museu do Homem Sergipano


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Museu do Homem Sergipano

Figura 1. Fachada do Museu 
 O Museu do Homem Sergipano (MUHSE) é um órgão suplementar vinculado á Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da Universidade Federal de Sergipe (UFS), surgiu em 1973 com o nome de Museu de Antropologia no campus de São Cristóvão  com o decorrer do tempo o museu passou para algumas salas do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) e tornou-se o Núcleo museológico  No ano de 1996 foi aberto ao público funcionando um prédio na Praça Camerino. Em 2000 passou de Núcleo Museológico para Museu de Homem Sergipano; atualmente ele está funcionando em uma prédio na Rua Estância.
   O prédio é do ano de 1920 e tem um estilo eclético (mistura diversos estilos arquitetônicos ; já foi residência do Dr. Manoel Elias Dantas, usineiro pai d jornalista Orlando Dantas e um dos governadores de Sergipe; nos anos 50, a Arquidiocese de Aracaju passou a administrar o prédio e foi criada uma Faculdade de Serviço Social. Com a criação da Universidade Federal de Sergipe, o curso de Serviço Social passou a ser ministrado no Campus na Cidade de São Cristóvão  o prédio foi utilizado para outras finalidades até que no ano de 2004 passou a ser sede do Museu.
Figura 2. Tacho de açúcar do Seculo XIX.
Devido a necessidade de se reformar, restaurar e adaptar para que o Museu seja acessível a todo o publico, o MUHSE encontra-se fechado para visitação e o seu acervo está em reserva técnica  a reforma é esperada para 2013, mas por ser um órgão publico existe um processo a ser realizado para poder iniciar a reforma. Mesmo o acervo estando em reserva técnica  foi possível ver dois objetos que ainda não foram retirados: um Tacho de açúcar do Século XIX de Simão Dias e uma Cangalha de bois.
Figura 3.Cangalha
Além de ter um vasto acervo (com cerâmicas de artesões da região de S'Ana do São Francisco e Itabaianinha, móveis,quadros, pesquisas acadêmicas, entre outros objetos), o MUHSE tem uma biblioteca que fica em uma anexo que é datado de 1950, ela atende alunos do Ensino Fundamental, Médio e Universitários para realizar pesquisas, porém os livros ainda não podem serem emprestados, pois eles ainda não foram cadastrados no registro da UFS. O Museu  conta com uma auditório com capacidade para 60 pessoas e que é muito solicitado por professores para dar aula, defesa de monografia de seus alunos, reuniões e outros eventos. Além de servir de espaço para estágio principalmente  com alunos de História, Museologia,Arqueologia, Artes e agora alunos da Educação; eles atuam na parte técnica e de monitória ( que não estão sendo realizadas por conta das exposições não estarem funcionando).Sua estrutura hierárquica é formada por uma direção, um conselho consultivo, uma secretária, umas coordenações técnicas.
Figura 4. da direita para a esquerda: Luiz,Letycia, Verônica Maria ( diretora do Museu),Daniel, Fátima Souza
Figura 5. Arquivo do Museu
Figura 7.Auditório
Figura 6. Daniel, Fátima, Letycia,Luiz 
Figura 8. Biblioteca


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Oi gente!

Após esse longo período sem postar nada por motivos que sinceramente desconheço, agora tentarei (na verdade terei) que manter uma certa frequência de postagem. Nesse tempo que passei sem postar nada algumas coisas aconteceram: minha mãe voltou 15 dias depois, comecei a namorar (talvez eu contarei um pouco da historia em outra postagem), passei por um período de greve na universidade... a greve acabou e agora comecei a minha vida de universitária,que contarei um pouco em uma próxima postagem, devido a uma disciplina do curso estarei postando varias coisas do curso mas também teremos coisas sobre o que acontecem na minha louca vida...
Vou ficando por aqui e espero que vocês me acompanhem nessas postagens!
Beijos da Fátima Souza